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16 fevereiro, 2012

Pais autoritários, filhos rebeldes


Pais autoritários têm mais dificuldade em ganhar o respeito dos filhos, o que conduz com frequência a que as crianças se tornem mais rebeldes e irreverentes na adolescência.


É mais provável ter filhos irreverentes, e até delinquentes, quando se é um pai autoritário do que quando se adopta estilos educativos menos rígidos. Segundo um estudo realizado na Universidade de New Hampshire, os pais autoritários, ou seja, os que aplicam as regras de forma cega, sem atenção às necessidades ou ritmos das crianças, têm menos probabilidade de ganhar o respeito e a confiança dos filhos. Assim sendo, é menos provável que eles se sintam na obrigação de se comportarem como os pais exigem, sobretudo quando estes não estão presentes. Pelo contrário, os pais que são exigentes, mas ao mesmo tempo calorosos e receptivos a ter em conta as necessidades dos filhos conseguem mais facilmente ser respeitados pelos eles. 

11 novembro, 2011

Crianças curiosas são melhores alunos

A curiosidade é uma das características de personalidade que potencia o sucesso escolar. Pais e professores devem estimulá-la e valorizá-la.

A curiosidade e a integridade de carácter são características determinantes para o sucesso na escola. Segundo um estudo que envolveu dados de 50 mil estudantes. Seja a curiosidade intelectual que leva os alunos a ler e a procurar mais informação ao chegar a casa, seja uma curiosidade mais experimental que impele à descoberta, à vontade de viajar, de conhecer in loco, este é um traço de personalidade que melhora a performance dos alunos. O estudo foi publicado no jornal Perspectives in Psychological Science e os seus autores, da Universidade de Edimburgo, na Escócia, afirmam que as pessoas curiosas são as que têm um maior potencial de desenvolvimento. O que é válido tanto para o mundo da escola como para o mundo do trabalho. Aos professores cabe a missão de estimular a curiosidade mantendo os alunos envolvidos nas aprendizagens e valorizando as descobertas e aquisições que fazem de forma idependente.

17 setembro, 2010

Bullying - agressores toda a vida

Investigadores concluem que 1,4 por cento dos alunos são bullies. E alerta para a urgência de actuar. O bullying não termina na escola. Alunos agressores tornam-se colegas agressores na vida adulta.

A percentagem de alunos agressores nas escolas é de 1,4 por cento, segundo uma investigação sobre bullying que deu origem ao livro «Bullying&Agressividade em meio escolar». O estudo, da autoria de Luísa Carrilho, Paulo Nogueira e Teresa Bacelar envolveu 1410 alunos de escolas do ensino básico dos concelhos de Oeiras e de Loures.
O bullying é uma forma de comportamento agressivo, descrita como deliberada, com frequência, persistente, sendo difícil as vitimas defenderem-se.

15 setembro, 2010

A mensagem da Ministra da Educação


E é esta a mensagem que a Sra. Ministra da Educação nos deixa para o ano lectivo 2010/2011.
Com alguns erros de português pelo meio, a Sra. Ministra tenta passar uma mensagem de preocupação e deixa alguns conselhos aos alunos.
Talvez os alunos, em breve, também tenham alguns conselhos para lhe deixar...

08 julho, 2010

Menos permissiva


O J. tal como as outras crianças gosta de testar os nossos limites. Mas agora já começa a passar o aceitável e tivemos de mudar as regras cá de casa.
Durante uns tempos vamos ter de passar do "Queres comer isto?" para o "Vais comer isto!". 
Embora me custe, durante uns tempos terei de ser uma mãe menos permissiva com o meu pequenote e espero que a mudança seja positiva.

30 junho, 2010

Eu quero! Eu também quero!

Olham para as montras com olhos gulosos e cobiçam o alheio querendo tudo o que vêem nos seus amiguinhos mais próximos.

A cobiça, ou a ambição de ter, o desejo imoderado e inconfessável de possuir, a avidez. São todas designações que representam algo que a criança procura incessantemente, tal como outros sentimentos como a possessividade ou o ciúme, que fazem parte do ser humano e do próprio desenvolvimento infantil.
As crianças querem tudo o que vêem e se em pequenitas pegam no alheio como se fosse seu, quando mais crescidinhas começam a exigir aos pais o que pretendem, utilizando as mais diversas formas para o conseguirem.

17 maio, 2010

Educar para o invisível

A escola nunca devia ser inclusiva! Incluir não é integrar. Incluir é, muitas vezes, amalgamar o que nos distingue numa ideia - totalitária - de pessoas normais. Integrar é acarinhar as diferenças: só as escolas plurais são… universidades. E só quando casam aprender e brincar são… jardins-de-infância.

- As crianças transformam-se de dentro para fora da família, e o mundo «pula e avança» de dentro da escola para fora dela. Mas só quando a família e a escola se emparelham nos mesmos objectivos, as revoluções acontecem. Infelizmente, quase nunca escola e família esperam o mesmo das crianças (e, talvez por isso, as coloquem no meio de birras rezingonas, mais ou menos sem fim). As famílias desejam que as crianças se tornem pessoas sempre melhores. A escola aspira a que tenham mais conhecimentos (e, sobretudo, que os dominem com precocidade e eficácia). Mas quando passa, simplesmente, pela periferia do coração, o conhecimento pode transformar-se no maior inimigo da sabedoria.

19 abril, 2010

Educação dos pais limita salário dos filhos

 Apesar de se falar tanto de igualdade social, na realidade estamos cada vez distantes desse conceito. Quem não nasceu num meio familiar com algum estatuto social, tem mais dificuldades em alcança-lo.
O fosso entre os salários das pessoas com pai licenciado e aquelas cujo pai cumpriu o 9.o ano de escolaridade é mais alto em Portugal do que em qualquer outro país da Organização para a Cooperação Económica (OCDE), mostra um estudo comparativo sobre mobilidade social publicado pela organização sediada em Paris. Apesar do crescimento económico nas últimas três décadas ter aberto novas oportunidades de ascensão social para milhares de portugueses, a mobilidade social relativa continua mais baixa do que noutros países desenvolvidos: Portugal é um dos países da OCDE onde a educação e o contexto económico dos pais mais influência tem no salário ganho pelos filhos.
 Fonte: iOnline

13 abril, 2010

E não se pode gritar?

Por vezes, as crianças são exasperantes. Julgam necessário dizer a mesma coisa 300 vezes, pois 299 parecem ser insuficientes, que só ouvem o que lhes interessa, parecendo sofrer de um caso patológico de surdez selectiva, que só falam sobre o que e quando lhes convém, como se o mundo girasse à volta deles próprios e dos seus interesses específicos e (claro!) superiores.
O que é que apetece fazer nestas situações? Gritar, pois claro. E isso resolve? Não.
Não é por falar mais alto que vai passar melhor a mensagem que quer transmitir aos seus filhos. Até pode resultar, aqui e ali, pois o medo pode ser um factor que capte a atenção da criança ou adolescente (e eles são adolescentes cada vez mais cedo). Mas, com o tempo, terá de gritar cada vez mais alto, pois o limiar de audição dos seus filhos vai ajustar-se automaticamente. Além disso, estará a dar um péssimo exemplo, pois eles vão aprender que, nas suas relações pessoais, gritar pode ser um meio para tentarem obter o que desejam. Decididamente, esta não será a forma correcta de convencer os seus filhos a cooperar.

19 março, 2010

"São distorções educativas que geram violência"


Acha que este tipo de programas potencia a agressividade e a violência nas crianças?

A agressividade é um movimento adaptativo que faz bem à saúde. Todos nós somos potencialmente agressivos, e o que é saudável é sermos agressivos com maneiras. Mais do que actuarmos de uma forma falsa. São os sentimentos reprimidos, as agressividades reprimidas, que depois se transformam em violência. São as interacções educativas que criam as redes que permitem às crianças expressar essa agressividade de uma forma saudável. E são as grandes distorções educativas que geram as crianças, ou as pessoas, violentas. Essas crianças vêem na violência televisiva um instrumento que lhes permite expressar aquilo que não conseguem expressar de outra forma, e que é fruto da violência familiar em que vivem. As crianças saudáveis vêem este tipo de programas com um sorriso nos lábios, da mesma forma que nós víamos os programas da Disney em que o coelho se estatelava no chão.

18 março, 2010

Impossível educar sem dizer não

O professor e psicólogo Eduardo Sá considerou hoje, em Coimbra, que é “impossível” promover a educação sem dizer “não”, desmistificando assim a ideia de que proferir aquela palavra “traumatiza as crianças”.
“Aquela ideia, muito infeliz, de que as crianças se educam com pessoas boazinhas e que passa por se imaginar que dizer 'não' traumatiza as crianças é mentira”, afirmou o investigador, que lecciona na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra.
“Eu acho que é impossível sermos felizes sem entretanto dizermos que não. Os pais e os professores bonzinhos são invariavelmente os maiores amigos dos bons pais e dos bons professores”, sublinhou o investigador da Universidade de Coimbra.

11 março, 2010

Maioria das crianças vê televisão na creche

Nos jardins de infância essa rotina é ainda mais frequente. Cerca de 40 por cento dos pais não sabem quanto tempo passam os filhos em frente ao écrã.
  Durante o tempo que passam na creche, 73 por cento das crianças (até aos três anos) vêem televisão. Para metade das crianças essa é uma rotina quase diária. Nos jardins de infância, a esmagadora maioria (90%) vê televisão e, segundo os pais, esta rotina é quase diária para 43 por cento. Na maior parte dos casos, passam até uma hora em frente ao ecrã. Mas é de realçar que 36 a 42 por cento dos inquiridos desconhece o tempo que os seus filhos passam a ver televisão enquanto estão na «escola». O estudo da DECO foi realizado simultaneamente em mais três países europeus. As crianças portuguesas são as que passam mais tempo a ver televisão em creches e jardins-de-infância. 
Fonte: IOL Mãe
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