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23 agosto, 2011

Se as crianças aprenderem a lavar as mãos na escola, vão adoecer menos vezes

Ensinar a lavar e desinfectar as mãos é uma medida simples mas que pode ter um grande impacto na saúde das crianças e na diminuição do número de faltas por doença.

Se as crianças forem ensinadas, na escola, a lavar correctamente as mãos, as taxas de absentismo podem ser reduzidas, pois a frequência e incidência de doenças diminui. É a conclusão de um estudo realizado na Dinamarca que envolveu 324 alunos com idades entre os cinco e os 14 anos.
As crianças foram ensinadas a lavar as mãos, na teoria e na prática, e foi-lhes pedido que, além das lavagens, as desinfectassem com um gel de etanol três vezes por dia.
Nos três meses seguintes, comparativamente à média do ano lectivo anterior, houve uma diminuição de 66 por cento no número de alunos que faltaram devido a doença por um período superior a quatro dias. Registou-se também um aumento de 20 por cento no número de aluno sem faltas.
Ficou assim provado que se a escola fizer um trabalho pedagógico incutindo hábitos de lavagem e desinfecção das mãos pode conseguir reduzir significativamente o número de faltas e diminuir a incidência e propagação de doenças infecto-contagiosas. O estudo foi publicado no American Journal of Infection Control.

Fonte: IOL Mãe

31 maio, 2011

A varicela chegou cá a casa


O J. está com varicela. As borbulhas e a comichão não estão a dar tréguas.
Este vírus faz parte da infância, mas é muito chato.
Amanhã é dia da criança e é injusto ter de ficar em casa.

Aqui fica mais alguma informação sobre o vírus:

A varicela é uma infecção viral contagiosa que provoca uma erupção característica com comichão e é formada por grupos de manchas pequenas, planas ou elevadas, bolhas cheias de líquido e crostas.
A varicela, que é muito contagiosa, transmite-se por microgotas transportadas pelo ar e que contêm o vírus varicela zóster. Uma pessoa com varicela é muito contagiosa quando os sintomas aparecem e continua a sê-lo até que as últimas bolhas tenham formado crostas. O isolamento de uma pessoa infectada previne o contágio da infecção a outras pessoas que não a tenham sofrido.
Uma pessoa que tenha tido varicela desenvolve imunidade e não pode contraí-la de novo. No entanto, o vírus da varicela zóster permanece inactivo no corpo depois da infecção inicial de varicela e por vezes é reactiva mais tarde, provocando herpes zóster. 

19 março, 2011

Os remédios naturais que realmente funcionam

Para muitas mães e pais de hoje, as abordagens não-farmacêuticas para doenças são mais atraentes do que nunca. Em uma pesquisa de 2009 realizada pela Opinion Research Corporation com 6.000 pais, 40% deles disseram que estavam interessados em remédios naturais para os seus filhos, em comparação com 23% em uma pesquisa semelhante feita em 2008. Os pais hoje querem que os tratamentos sejam suaves e naturais, mas, ainda assim, efetivos.
Quais são os melhores remédios naturais recomendados por especialistas? Do chá de camomila ao chiclete (isso mesmo!), nós fizemos a pesquisa para você.

30 março, 2010

Demasiados agasalhos nos bébés pode originar constipações



Fonte: RTP Notícias

26 março, 2010

Como tratar a pele do recém-nascido

Sabia que a temperatura do banho, o PH dos sabonetes e até as etiquetas da roupa podem irritar a epiderme ultra-sensível de um recém-nascido? Mas bastam alguns cuidados para garantir que a criança tenha uma pele saudável.

Num recém-nascido, tal como todos os órgãos, a pele é muito frágil e só vai readquirindo uma maior resistência à medida que a criança cresce. «A pele tem várias funções: protege e isola a entrada de substâncias do mundo exterior para o interior da criança, ao mesmo tempo que permite que estabeleça uma relação com o meio exterior através da percepção das sensações», explica Libério Ribeiro, pediatra e presidente da Secção de Imunoalergologia da Sociedade Portuguesa de Pediatria. «Claro que quanto mais delicada é uma pele, maior a probabilidade de sofrer agressões externas ou até internas, que podem ser de doenças, como o caso da dermatite atópica, relativamente frequente nas crianças até aos dois anos».

24 março, 2010

Crianças que nunca param

Falta de concentração, agressividade, desobediência, mudanças bruscas de ânimo...
A desordem por Défice de Atenção com Hiperactividade (DDAH), mais conhecida por hiperactividade, é uma perturbação do comportamento, de origem neurológica, que provoca falta de atenção e incapacidade em controlar determinadas atitudes.
Embora esta problemática comece por criar dificuldade na aprendizagem e na adaptação ao meio nos primeiros anos de vida (afecta cerca de 3-5% das crianças em idade escolar e mais os rapazes do que as raparigas), muitas vezes, prolonga-se pela vida adulta (em 30 a 50% dos casos).

Quais as causas?
Ainda não se conseguiu determinar com exactidão qual a origem desta doença, mas pensa-se que não seja provocada nem pelo tipo de educação recebida pela criança, nem pelo ambiente em que vive. As investigações mais recentes demonstram que pode ser causada por desequilíbrios bioquímicos no sistema nervoso.

23 março, 2010

Alimentos sólidos devem esperar

Iniciar a diversificação alimentar tarde, prolongando a amamentação, previne o excesso de peso e obesidade mais tarde na vida.
 
Prevenir a escalada da obesidade é, definitivamente, uma prioridade. Mais do que o tratamento - difícil e com pouca eficácia - o melhor caminho é mesmo a prevenção. A amamentação é uma das melhores armas nesta batalha. Investigadores dinamarqueses investigaram a hipótese de a amamentação prolongada e o adiamento da diversificação alimentar poder ser uma resposta eficaz e válida na prevenção da obesidade.

16 março, 2010

Sexo depois do parto

Não espere que tudo seja igual ao que era antes. Mas não tem de ser mau. E muito menos inexistente. Há soluções para cada dificuldade. O diálogo é válido para todas elas.

Sinto dores Muitas mulheres sentem dor nas primeiras relações sexuais após o nascimento do bebé. Há estudos que indicam que um terço das mães relata essa experiência.
O melhor é evitar retomar as relações sexuais antes de as suas costuras terem cicatrizado completamente ¿ sejam elas da episiotomia ou de uma cesariana. Um mês costuma ser o suficiente, mas pode levar mais tempo.

15 março, 2010

Cólicas sob controlo

«Períodos prolongados de irritabilidade (choro/agitação) que acontecem repetidamente durante vários dias (choro durante pelo menos três horas por dia, pelo menos três dias por semana ou pelo menos durante três semanas)», assim se caracterizam as cólicas, como descreve Armando Fernandes, pediatra.
Existem várias teorias no que respeita aos factores que provocam as cólicas.
Há quem refira «o temperamento do lactente, a quantidade de ar engolido, as alterações maturacionais, nomeadamente o atraso de desenvolvimento e de maturação do sistema nervoso» ou ainda «a transição do ciclo sono-vigília de quatro para 24 horas, a deficiente prestação de cuidados parentais, a intolerância às proteínas do leite de vaca e seus derivados e, mesmo, diferenças culturais», revela o pediatra.

Diga-nos o que come...

Alguns alimentos ingeridos em excesso pela mãe, durante a amamentação, podem provocar cólicas ao bebé. São exemplo as couves, os brócolos, os espargos, as leguminosas, os pimentos, os fritos, os moluscos/mariscos, os citrinos, as bebidas gaseificadas, o chocolate, a cafeína, entre outros.
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