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09 abril, 2012

Gatinhar ou não gatinhar?

A partir dos sete ou oito meses, espera-se que o bebé comece a gatinhar. Ou não. Ao contrário de outras etapas do desenvolvimento (segurar a cabeça, sentar, andar…), gatinhar não é pré-requisito para um crescimento saudável e uma vida cheia de pulos e correria. Muitas crianças não passam pela fase quadrúpede e, assim que se apanham com força e vontade, passam do estar sentadas ao andar. Porque é que uns bebés gatinham e outros não? Há várias teorias. Porque se passou a deitar o bebé sempre de barriga para cima (para evitar a morte súbita); porque, cada vez mais, se põe o bebé em cadeirinhas, espreguiçadeiras e afins, em vez de o pôr no chão; porque somos todos diferentes. Também há quem não concorde com nada disto e afirme que gatinhar é uma «invenção recente». Na revista Scientifi c American, edição de Julho de 2009, o antropólogo David Tracer defende que gatinhar é um «comportamento adaptativo».

20 março, 2012

Emergência tardia da linguagem


O André foi o bebé mais desejado do mundo. Primeiro filho, primeiro neto e primeiro sobrinho, recebeu tanto mimo que era impossível não ficar estragado. Logo na maternidade, as prendas foram tantas que já não cabiam no quarto. E o miúdo era bem engraçado. E até dava boas noites. Começou a palrar cedo e, pelos sete meses, já sentado sem praticamente apoio, balbuciava intensamente, emitindo uma grande variedade de sons. Pelos onze meses de idade, começou a andar sozinho e, na festa do seu primeiro aniversário, fez as delícias dos familiares ao exibir umas quantas gracinhas. Era esperto e aprendia tudo o que lhe ensinavam. Mas não dizia uma única palavra com sentido. 

O pediatra sossegou os pais: muitos miúdos só falam mais tarde, pelo que se teria de dar tempo ao tempo... Aos dezoito meses de idade, já corria de forma escorreita, ainda não dizia uma única palavra, embora percebesse tudo. Parecia um mudo. O pediatra do André reafirmou que, na sua experiência, muitas crianças, sobretudo rapazolas, podem falar mais tarde. Mas, quando fez dois anos, as coisas não melhoraram. O pediatra recomendou, então, uma consulta com um pediatra do neurodesenvolvimento, o qual viria a formular um diagnóstico pouco conhecido: Emergência Tardia da Linguagem. 

10 fevereiro, 2012

Comer com as mãos dá saúde

Os bebés que comem com as mãos tendem a alimentar-se melhor e a crescer com o peso correto comparativamente aos que são alimentados através da colher, concluiu um estudo publicado pela revista British Medical Journal, citou a Agência Lusa.

O estudo, realizado em 155 crianças entre os 20 meses e os seis anos e meio, foi baseado num questionário feito aos seus pais. Noventa e dois bebés foram alimentados pelo método a que chamaram Baby Led Weaning, que consiste em deixar as crianças comer pequenos pedaços de alimentos de textura sólida, e os outros 63 foram alimentados pelo método tradicional: alimentos reduzidos a puré e dados com uma colher.

22 novembro, 2011

Televisão banida até aos dois anos

Ver televisão ou vídeos não é aconselhável para crianças menores de dois anos, uma vez que pode afetar o seu desenvolvimento, afirmou um grupo de pediatras americanos.  Em vez de permitir que as crianças vejam vídeos ou televisão, os pais deveriam falar com elas e estimulá-las para que brinquem de forma independente, afirma a primeira diretriz divulgada em mais de uma década pela Academia Americana de Pediatria
O indicação segue a linha da recomendação emitida em 1999 pela maior associação americana de pediatras, mas esta publicação também adverte os pais sobre como os seus próprios hábitos televisivos podem retardar a capacidade de falar com os filhos.

22 outubro, 2010

Novo alerta para o perigo dos andarilhos

A Aliança Europeia de Segurança Infantil e a ANEC, Voz do Consumidor Europeu recomendam que os pais, avós e educadores utilizem alternativas mais seguras que os andarilhos e aconselham os profissionais de saúde a não promover o uso deste tipo de artigo para crianças. Estes dois organismos europeus divulgaram ontem (18/10/2010) uma declaração de posição comum sobre o risco de lesões para crianças causado por andarilhos. Como parceira da Aliança e da ANEC, a APSI (Associação para a Promoção da Segurança Infantil) é também signatária desta declaração.
Em muitos países europeus, como a Suécia, Grécia e Portugal, os andarilhos provocam mais lesões do que qualquer outro artigo de puericultura, causando um número inaceitavelmente elevado de acidentes graves, como quedas, queimaduras e intoxicações.

08 setembro, 2010

Bebés choram mais se mãe for ansiosa

A irritabilidade dos bebés pode estar relacionada com a ansiedade das mães. A conclusão é de investigadores espanhóis, que analisaram 317 mães, 20 por cento das quais tinha recebido terapia antes da gravidez e 39 por cento tinha antecedentes familiares de patologia mental.
Outros estudos já tinham demonstrado que o estado emocional da mãe condiciona o comportamento do filho, mas os investigadores descobriram também que os bebés portadores do gene 5-HTTLPR são muito menos irritáveis e choram muito menos, independentemente de a sua mãe ser ou não ansiosa.

05 julho, 2010

Bebés na praia

Se estava habituado a passar dias inteiros na praia, a não ter relógio e a recusar qualquer compromisso de horário, esqueça. As férias com um bebé são outro filme. Ele precisa que a sua rotina seja respeitada e não pode estar na praia entre as 11h00 e as 16h00. Essa é a primeira grande regra.

04 junho, 2010

Bebés gastam oito quilos de fraldas por semana

Um bebé que use fraldas reutilizáveis em vez de descartáveis produz menos oito quilos de lixo por semana, revela a Quercus.

Ao fim de dois anos e meio, tempo médio de utilização de fraldas, cada bebé terá produzido uma média de uma tonelada de resíduos. Em Portugal, nascem cerca de cem mil bebés por anos, serão 40 mil toneladas por ano.

24 maio, 2010

Amamentação promove bons hábitos

Os bebés que são amamentados no início da infância têm tendência a consumir menos comida nas fases posteriores da infância, revela um estudo publicado na revista Pediatrics e citado pelo portal alertonline. Este tipo de auto-regulação da ingestão de comida poderá explicar porque é que a amamentação protege contra a obesidade.

15 maio, 2010

Bebés aquáticos têm mais equilíbrio aos cinco anos



Bebés que frequentam a piscina têm melhores capacidades motoras e de equilíbrio aos cinco anos de idade.

Os bebés que fazem adaptação ao meio aquático, frequentando regularmente a piscina em sessões com instrutor qualificado, desenvolvem-se mais do que os outros ao nível do equilíbrio, do movimento e da capacidade de agarrar objectos. É esta a conclusão de um estudo realizado na Noruega, na Universidade de Ciência e Tecnologia.
Estas diferenças continuam a notar-se mais tarde, mesmo quando as crianças já têm cinco anos.

27 abril, 2010

As avós não têm sempre razão!

Devemos dar ouvidos à sua experiência, mas vale a pena saber que, por vezes, também dão conselhos que não têm fundamento. Conheça os mitos mais usuais.

O teu leite deve ser fraco, o bebé não pára de chorar

Está provado que leite materno fraco é uma coisa que não existe. O leite da mãe é o mais adequado para o crescimento do bebé é vai-se adaptando às suas necessidades. Até quando o bebé está doente, o leite muda a sua constituição para ajudar na recuperação. Todas as mães podem amamentar, salvo muito raras excepções, e o seu leite é, sem dúvida, o melhor para o seu bebé.

23 abril, 2010

Almofadas de amamentação

Grandes amigas das mamãs, as almofadas de amamentação têm várias funcionalidades. Numa primeira fase ajudam a mãe a ter mais conforto durante a noite, apoiando a barriga na almofada. Depois do nascimento do bebé as almofadas permitem à mãe amamentar numa posição confortável para os dois. Os bebés também podem ficar apoiados nas almofadas enquanto dormem uma sesta em perfeita segurança sem risco de se virarem. Estas almofadas também servem de redutor na cama de grades ou até mesmo de ninho ficando o bebé muito aconchegado.

13 abril, 2010

Idade ideal para tirar as fraldas

Fazer o treino do bacio depois dos 32 meses foi associado a mais episódios de incontinência (de dia e de noite) entre os quatro e os 12 anos.
Antes dos 27 meses, os investigadores afirmam que o bebé não está preparado e que iniciar o processo só vai fazer com que se prolongue mais tempo.
O estudo alerta ainda para o atraso que se tem vindo a verificar nas últimas décadas em relação a esta fase do desenvolvimento. Como exemplo, dão o caso dos Estados Unidos, onde em 1980 as crianças tiravam as fraldas, em média, aos 26 meses, enquanto em 2003 o treino do bacio iniciava-se aos 36 meses.
A facilidade e o conforto das fraldas descartáveis estão na origem deste adiamento, dizem os especialistas. O estudo envolveu 157 crianças e foi publicado no Journal of Pediatric Urology. 

Fonte: Pais&Filhos

05 abril, 2010

Baby Yoga

Um bebé que pratique yoga vai tornar-se numa criança mais enérgica e num adolescente mais dinâmico.



Fonte: Sapo Família

30 março, 2010

Demasiados agasalhos nos bébés pode originar constipações



Fonte: RTP Notícias

26 março, 2010

Quer ter mais um filho?

Já era sabido que duas gravidezes muito próximas no tempo não são a melhor opção do ponto de vista da saúde da mãe. Um novo estudo, publicado no número de Dezembro da revista científica Contraception vem juntar a saúde do segundo bebé a esta equação. Esperar pelo menos seis meses após o parto para voltar a engravidar é mais do que aconselhável. Mas esperar onze meses é ainda melhor para o desenvolvimento do segundo bebé. 
Quando o intervalo entre duas gravidezes é inferior a seis meses as probabilidades de morte fetal, nascimento prematuro, baixo peso à nascença ou problemas congénitos são significativamente maiores do que nos casos em que a gravidez ocorre mais de 11 meses após o parto anterior. 

Como tratar a pele do recém-nascido

Sabia que a temperatura do banho, o PH dos sabonetes e até as etiquetas da roupa podem irritar a epiderme ultra-sensível de um recém-nascido? Mas bastam alguns cuidados para garantir que a criança tenha uma pele saudável.

Num recém-nascido, tal como todos os órgãos, a pele é muito frágil e só vai readquirindo uma maior resistência à medida que a criança cresce. «A pele tem várias funções: protege e isola a entrada de substâncias do mundo exterior para o interior da criança, ao mesmo tempo que permite que estabeleça uma relação com o meio exterior através da percepção das sensações», explica Libério Ribeiro, pediatra e presidente da Secção de Imunoalergologia da Sociedade Portuguesa de Pediatria. «Claro que quanto mais delicada é uma pele, maior a probabilidade de sofrer agressões externas ou até internas, que podem ser de doenças, como o caso da dermatite atópica, relativamente frequente nas crianças até aos dois anos».

23 março, 2010

Alimentos sólidos devem esperar

Iniciar a diversificação alimentar tarde, prolongando a amamentação, previne o excesso de peso e obesidade mais tarde na vida.
 
Prevenir a escalada da obesidade é, definitivamente, uma prioridade. Mais do que o tratamento - difícil e com pouca eficácia - o melhor caminho é mesmo a prevenção. A amamentação é uma das melhores armas nesta batalha. Investigadores dinamarqueses investigaram a hipótese de a amamentação prolongada e o adiamento da diversificação alimentar poder ser uma resposta eficaz e válida na prevenção da obesidade.

20 março, 2010

Nascimento de trigémeos está a aumentar

O nascimento de trigémeos está a aumentar na Europa, revelam investigadores noruegueses num artigo publicado no International Journal of Obstetrics and Gynaecology (BJOG).
Nos últimos quatro anos, em dez mil gravidezes, 2,7 foram de trigémeos, mais do dobro do que em 1970. Isto apesar de nestas contas estarem excluídos os trigémeos nascidos após Fertilização In Vitro.
O estudou analisou dois milhões de gravidezes entre 1967 e 2006 na Noruega. Os principais motivos para o aumento de trigémeos são o crescente número de tratamentos de estimulação ovárica e o aumento da idade da mãe.
Os especialistas alertam que, apesar da diminuição da taxa de mortalidade de bebés únicos, gémeos e trigémeos nos últimos 40 anos, a taxa de mortalidade para três gémeos é dez vezes maior do que num bebé único. 

Fonte: Pais&Filhos

17 março, 2010

O que sonham os bebés?

Os sonhos servem para aprender, treinar, lembrar, esquecer, resolver, reflectir. Ajudam, acima de tudo, a crescer. É por isso que os bebés passam a vida a sonhar.

O que os bebés sonham é ainda um mistério. Eles não contam e não há exames que permitam entrar dentro das suas cabeças. Mas, sabe-se, com toda a certeza, que sonham. E muito. Muito mais do que um adulto.
Ainda dentro da barriga da mãe, o feto passa 95 por cento do tempo a dormir e 80 por cento desse tempo está a sonhar – os adultos sonham durante apenas 20 por cento do sono. «O feto começa a passar pelo sono REM a partir da 23ª semana de gravidez. Alguns estudos afirmam ter provado que, entre a 24ª e a 30ª semanas, o feto sonha durante todo o tempo de sono», escreve o pedopsicólogo Richard Woolfson no livro «Em que pensa o meu bebé?» (Texto Editores).
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