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01 abril, 2012

10 Armadilhas educativas: Não caia nelas!



São muito comuns, mas cada vez mais desaconselhadas pelos psicólogos.
1 – Não compare nenhuma criança como outra – É a ‘rainha’ das armadilhas. Ainda há muito boa gente, pais e professores, que pega numa criança mais sossegada ou mais diligente ou mais obediente, e a apresenta a outra com as palavras: “Põe os olhos no Joãozinho que se porta tão bem e já aprendeu a ler ao contrário de ti, minha lesma.” NUNCA se compara nenhuma criança com outra, primeiro porque todas as crianças são diferentes, e depois porque é absolutamente inútil. Por amor de Deus: acha que alguma criança vai ter mesmo vontade de ser como o Joãozinho? Só vai odiá-lo de morte. Isto nunca resolve nada, pelo contrário: não é bom nem para a criança ‘má’ (que fica a detestar a outra e ainda com mais vontade de se portar mal) nem com a criança ‘boa’ (que fica a ser odiada pelas outras e não tem culpa nenhuma). Apesar de não resolver nada e de ser responsável pelo péssimo ambiente que se cria em muitos grupos de crianças, esta ‘técnica’ custa a morrer...
- Em vez disso: Compare-a com ela própria, e pela positiva. “Então se tu foste capaz de fazer aquelas contas na semana passada, por que é que não és capaz de as fazer agora?”
2 – Não critique – E acima de tudo, não o faça em frente de outras pessoas. Às vezes não identificamos os nossos sentimentos a tempo de não magoar as nossas crianças, mas inconscientemente é isso que estamos a fazer quando dizemos: “Este meu filho é mesmo preguiçoso” em frente da tia, ou dos amigos, ou de quem quer que seja. Achamos que estamos a envergonhá-los – e estamos mesmo! Mas será que isso vai fazer com decidam pegar nos livros ou levantar o rabo do sofá? Claro que não. Só vão pensar: “é verdade, sou mesmo estúpido, não há nada a fazer” e como não há nada a fazer, para quê tentar? Lembre-se: ninguém que fique triste tem ânimo para mudar…
- Em vez disso: Incentive-o e tente ajudá-lo sem colar rótulos: “Sei que é difícil para ti fazer esse esforço, mas vamos ver como é que podemos torná-lo mais fácil.”
3 – Não castigue sem lógica – Ele teve uma má nota, você proíbe-o de jogar computador, só porque é o que ele mais gosta de fazer. Ora o computador pode não ter nada a ver com as más notas. Se calhar o que falta é organização, um empurrãozinho, uma ajuda extra. Educar é orientar, não é fazer sofrer.
- Em vez disso: Investigue a causa das más notas. Até pode usar o computador como ajuda, procurando na net sítios que o ajudem a investigar, ou usando-o como incentivo e não como proibição: “se melhorares as tuas notas, deixo-te jogar mais tempo”.

14 julho, 2011

Crise e desemprego pode levar casais a adiar decisão de ter filhos

A atual crise, com desemprego elevado, pode interferir na decisão de ter filhos e provocar um adiamento do projeto do casal, que continua a dar importância à situação laboral e à existência de serviços de apoio, defendem especialistas.
"A conjuntura atual, com elevado desemprego, poderá ter efeitos na decisão de ter filhos, nomeadamente o adiamento" do projeto, disse hoje a coordenadora do Observatório das Famílias e das Políticas de Família (OFAP), Karen Wall.
"Há um intervalo muito longo para o casal se preparar para o segundo filho porque não querem baixar o nível de vida da primeira criança, tanto em disponibilidade dos pais, como em rendimento" e, por vezes, acaba por desistir do projeto, referiu Vanessa Cunha. 
"Seriam necessários serviços de apoio de qualidade, com horários longos e o preço nivelado para os rendimentos das famílias", concluíram as especialistas.

05 dezembro, 2010

Pais gastam cada vez mais nos presentes

 
A cada geração, a pressão para comprar é maior. Os pais de hoje prescindem de outras coisas para comprar os presentes das crianças.

Comparando com dados de há 40 anos, os pais gastam hoje mais com os presentes dos filhos. Segundo um estudo realizado no Reino Unido, as novas gerações de pais têm-se mostrado cada vez mais dispostas a dispensar outro tipo de consumos para poder dar presentes mais caros às crianças. Há quem considere que este é o resultado do poder azucrinante das crianças. Só 14 por cento dos pais mais jovens gastam menos que a geração de pais nascidos nos anos 30. E mais de 90 por cento das pessoas com mais de 50 anos consideram que hoje os pais gastam mais nos presentes de Natal do que acontecia na sua infância. 63 por cento das jovens mães admitem deixar de comprar outras coisas para poder comprar os presentes dos filhos.
A pressão que os pais hoje sentem para comprar tranformou o espírito do Natal. O mais importante parece ser, para as crianças, o que vão receber do que estar com a família ou celebrar valores de partilha e solidariedade.
O inquérito foi conduzido pela Netmums e Saga.

Fonte: IOL Mãe

22 outubro, 2010

Novo alerta para o perigo dos andarilhos

A Aliança Europeia de Segurança Infantil e a ANEC, Voz do Consumidor Europeu recomendam que os pais, avós e educadores utilizem alternativas mais seguras que os andarilhos e aconselham os profissionais de saúde a não promover o uso deste tipo de artigo para crianças. Estes dois organismos europeus divulgaram ontem (18/10/2010) uma declaração de posição comum sobre o risco de lesões para crianças causado por andarilhos. Como parceira da Aliança e da ANEC, a APSI (Associação para a Promoção da Segurança Infantil) é também signatária desta declaração.
Em muitos países europeus, como a Suécia, Grécia e Portugal, os andarilhos provocam mais lesões do que qualquer outro artigo de puericultura, causando um número inaceitavelmente elevado de acidentes graves, como quedas, queimaduras e intoxicações.

14 outubro, 2010

Outubro: mês de ir a pé para a escola

Movimento internacional procura promover a caminhada como meio de transporte entre casa e escola. As vantagens para as crianças são inúmeras. Ao metê-las no carro, estamos a roubar-lhes saúde e oportunidades de crescimento.

Outubro foi proposto pela Alliance for a Healthier Generation, uma instituição americana sem fins lucrativos, como o Mês Internacional de Ir a pé para a escola. A Pé para a Escola (iwalk) é um movimento internacional que, em Outubro de 2009, juntou 40 países em iniciativas que assinalarm a importância de uma atitude tão simples como ir a pé para a escola. Os objectivos do projecto passam pelo combate à obesidade infantil e promover a actividade física, mas claro que os benefícios são bem mais abrangentes. Aprender a viver a rua e o espaço urbano é um deles. As crianças que são constantemente conduzidas de carro nas suas deslocações não estão só a perder uma oportunidade de praticar uma actividade física saudável. Estão também a perder a oportunidade de desenvolver importantes capacidades cognitivas e sociais, relacionadas com a percepção do espaço público e com a autonomia. Vários estudos têm demonstrado que as alterações no quotidiano das crianças, relativamente a gerações anteriores, têm trazido consequências negativas para o seu desenvolvimento. Poderem ser independentes no espaço público e auto-suficientes em termos de mobilidade é, segundo os especialistas, determinante para a saúde psíquica e para o desenvolvimento psico- social.

26 agosto, 2010

Viagens em trabalho - Como explicá-las ao seu filho?

É difícil e angustiante, quer para um pai, quer para uma mãe, ter que viajar em trabalho e deixar o seu filho com o outro progenitor ou familiar. É igualmente angustiante para a criança sentir a ausência dos seus pais, ficando com receio do abandono. Se não houver uma boa administração por parte do casal em conciliar trabalho com família, é o suficiente para criar um desequilíbrio emocional entre todas as partes envolventes.

É muito frustrante para qualquer pai não poder dedicar mais tempo aos seus filhos devido ao trabalho, mas as dificuldades económicas assim o obrigam. Tal facto agrava-se quando um dos progenitores tem que fazer viagens frequentes em trabalho.

08 julho, 2010

Pais, paizões e paizinhos

Exercer a paternidade é uma pesada responsabilidade. Existem diversas formas de o fazer e cada pai é único para o seu filho.

Ser pai não é apenas conceber um filho. O papel de pai estende-se, tal como o da mãe, para toda a vida e a forma como cada um encara a paternidade poderá definir a sua influência na vida da criança.
Gerar um filho terá de ser uma opção consciente do casal, e não considerar que o acto sexual e as suas consequências é o mesmo que ser pai.

30 junho, 2010

Eu quero! Eu também quero!

Olham para as montras com olhos gulosos e cobiçam o alheio querendo tudo o que vêem nos seus amiguinhos mais próximos.

A cobiça, ou a ambição de ter, o desejo imoderado e inconfessável de possuir, a avidez. São todas designações que representam algo que a criança procura incessantemente, tal como outros sentimentos como a possessividade ou o ciúme, que fazem parte do ser humano e do próprio desenvolvimento infantil.
As crianças querem tudo o que vêem e se em pequenitas pegam no alheio como se fosse seu, quando mais crescidinhas começam a exigir aos pais o que pretendem, utilizando as mais diversas formas para o conseguirem.

08 junho, 2010

Crianças com a mania da perfeição

Tal como acontece com o meu filho, há muitas crianças que são por natureza perfeccionistas e isso por vezes causa-lhes momentos de ansiedade e até mesmo de frustração.
Devemos preocupar-nos fundamentalmente se surgem repetidas crises de raiva, choro e atitudes de descontrolo. As crianças perfeccionistas têm tanto medo de errar, que não fazem novas tentativas de realização da tarefa com receio do fracasso. 
Não é fácil para os pais gerir este tipo de situações, mas é possível ultrapassá-las. As crianças deverão entender que o sucesso surge de várias tentativas, se não conseguiu desta vez deve continuar a tentar e para a próxima sairá melhor.
Veja Aqui como lidar com esta situação.

07 junho, 2010

Os efeitos dos pais-helicóptero

Pais que controlam demasiado a vida dos filhos provocam falta de confiança, ansiedade e insegurança.
 
A super-protecção por parte dos pais, durante a infância e adolescência, tem efeitos negativos na formação da personalidade: ansiedade, falta de confiança e incapacidade para aceitar novas responsabilidades são alguns dos resultados, segundo um novo estudo realizado por Neil Montgomery, psicólogo da Keene State College, em New Hampshire. Este psicólogo avaliou o grau de controlo por parte dos pais e cruzou esses dados com a existência de certos traços de personalidade, e mesmo desequilíbrios, em 300 jovens caloiros daquela faculdade. As raparigas tendem a ser mais controladas pelos pais (sobretudo as mães) do que os rapazes - 13 contra cinco por cento. E os estudantes com este tipo de pais revelaram-se os menos abertos a novas ideias e os mais vulneráveis e ansiosos.

19 abril, 2010

Educação dos pais limita salário dos filhos

 Apesar de se falar tanto de igualdade social, na realidade estamos cada vez distantes desse conceito. Quem não nasceu num meio familiar com algum estatuto social, tem mais dificuldades em alcança-lo.
O fosso entre os salários das pessoas com pai licenciado e aquelas cujo pai cumpriu o 9.o ano de escolaridade é mais alto em Portugal do que em qualquer outro país da Organização para a Cooperação Económica (OCDE), mostra um estudo comparativo sobre mobilidade social publicado pela organização sediada em Paris. Apesar do crescimento económico nas últimas três décadas ter aberto novas oportunidades de ascensão social para milhares de portugueses, a mobilidade social relativa continua mais baixa do que noutros países desenvolvidos: Portugal é um dos países da OCDE onde a educação e o contexto económico dos pais mais influência tem no salário ganho pelos filhos.
 Fonte: iOnline

15 abril, 2010

6 estratégias para tornar as manhãs com as crianças mais rápidas

As manhãs começam quase sempre devagar e se envolverem crianças, então mais lentas se podem tornar. Entre levantar, lavar, vestir, tomar o pequeno-almoço e preparar as mochilas, casacos e botas para sair, não são raras as vezes que sai de casa a correr e atrasado, verdade? Aplique estas estratégias para tornar as rotinas matinais lá de casa mais rápidas… e deixe de chegar atrasado à escola e ao trabalho.
  1. Acordar suave. Conhece certamente se a sua criança é uma dorminhoca ou se salta da cama mal avista alguns raios de sol, por isso, acorde-a da forma que ela mais aprecia. Acender a luz repentinamente e puxar os cobertores para trás pode não ser a melhor forma de acordar uma criança, pelo contrário, pode incitar uma birra e atrasar ainda mais a rotina matinal. Levante-se 5 minutos mais cedo e abra a persiana do quarto da criança para ela poder despertar lentamente com a luz natural; se ela adora o seu despertador programem-no em conjunto na noite anterior e atribua-lhe a tarefa de o desligar de manhã; acorde-a com beijinhos e abraços ou coloque a sua música preferida a tocar baixinho. Veja o que funciona melhor!

13 abril, 2010

E não se pode gritar?

Por vezes, as crianças são exasperantes. Julgam necessário dizer a mesma coisa 300 vezes, pois 299 parecem ser insuficientes, que só ouvem o que lhes interessa, parecendo sofrer de um caso patológico de surdez selectiva, que só falam sobre o que e quando lhes convém, como se o mundo girasse à volta deles próprios e dos seus interesses específicos e (claro!) superiores.
O que é que apetece fazer nestas situações? Gritar, pois claro. E isso resolve? Não.
Não é por falar mais alto que vai passar melhor a mensagem que quer transmitir aos seus filhos. Até pode resultar, aqui e ali, pois o medo pode ser um factor que capte a atenção da criança ou adolescente (e eles são adolescentes cada vez mais cedo). Mas, com o tempo, terá de gritar cada vez mais alto, pois o limiar de audição dos seus filhos vai ajustar-se automaticamente. Além disso, estará a dar um péssimo exemplo, pois eles vão aprender que, nas suas relações pessoais, gritar pode ser um meio para tentarem obter o que desejam. Decididamente, esta não será a forma correcta de convencer os seus filhos a cooperar.

08 abril, 2010

Conversas com Pais - "Saber dizer não"


O evento Conversas com Pais é dedicado aos pais, docentes e auxiliares de educação e consiste numa troca de experiências e partilha de conhecimentos sobre o tema em debate.
No próximo dia 23 de Abril a Conversa com Pais terá como tema "Saber dizer não" e decorre no Auditório do Edifício Paços do Concelho, Torres Vedras, pelas 21h30.
Apareçam!!! A entrada é livre.
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