28 maio, 2011

Crianças de hoje têm menos força

As crianças de hoje têm menos força do que há dez anos as da mesma idade. É a conclusão de um estudo realizado na Universidade de Essex, no Reino Unido que avaliou o grau de força física das crianças de dezanos e o comparou com crianças da mesma idade que cresceram nos anos 90.
O facto de as actividades ao ar livre terem progressivamente deixado de ocupar tanto o tempo das crianças é uma das razões apontadas para o facto de não conseguirem hoje fazer tantos exercícios abdominais como há dez anos conseguiam com a mesma idade. Além disso também não conseguem pendurar-se durante tanto tempo em espaldares. De um modo geral, concluiu-se, as crianças de dez anos têm hoje menos massa muscular do que as crianças de dez anos que viveram há uma década.O estudo envolveu 315 crianças de dez anos em 2008 cujos dados foram comparados com os de 309 crianças da mesma idade em 1998.

02 maio, 2011

Portuguesas não desistem de ser mães mas só dão filhos únicos

O "tudo se cria" está ultrapassado. Os paradigmas mudaram. Mais de 30% das mulheres em Portugal têm apenas um filho, a mesma percentagem das que na França ou na Polónia têm três ou mais.

As mulheres portuguesas não desistiram da maternidade: a percentagem de mulheres com mais de 49 anos e sem filhos não chega aos 10%. Ser mãe ainda faz parte do projecto de vida, mas a maioria é mãe apenas uma vez. Mais de 30% das mulheres em Portugal têm apenas um filho. É a mesma percentagem de mulheres que em países como a França, a Noruega, a Polónia, a Suécia ou os Estados Unidos têm três ou mais filhos.

01 maio, 2011

Feliz Dia da Mãe


Feliz Dia da Mãe
Aproveitem bem este dia tão especial.
Um beijinho grande para a minha mãe, que é uma querida.

23 abril, 2011

O desafio da família no séc. XXI

O século XXI vai ser o da mudança na reorganização entre a vida privada e a profissional porque as exigências do mercado de trabalho estão a «estrangular» as famílias, sustenta a especialista Maria do Pilar González. «O grande desafio da sociedade é a conciliação da vida privada e profissional. Este estrangulamento, esta pressão de disponibilidade por parte dos empregadores é uma condicionante das decisões familiares que, por serem da esfera privada, não são discutidas publicamente», sublinha a professora da Faculdade de Economia da Universidade do Porto.

O problema, explica, é que as instituições exigem aos trabalhadores enorme disponibilidade, «como se o trabalho doméstico não existisse». Mas ele «existe, tem valor social e alguém tem de o fazer», defende, alertando que existe o risco de as carreiras profissionais se tornarem de tal forma exigentes «que as pessoas têm de se dedicar exclusivamente ao trabalho».
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