29 março, 2012

Provas finais para alunos do 4º ano



Os alunos do quarto ano vão passar a realizar provas finais a partir do ano letivo de 2012/2013, anunciou hoje o ministro da Educação, Nuno Crato.

De acordo com o ministro, que hoje apresentou a versão final da revisão da estrutura curricular do ensino básico e secundário, as notas daquelas provas deverão valer cerca de 30 por cento na classificação do aluno no fim do ano letivo, citou a Agência Lusa.
Nuno Crato afirmou que esta decisão ainda não está tomada, mas que deverá ser “muito provavelmente” idêntica à estabelecida para o 6º ano.

20 março, 2012

Emergência tardia da linguagem


O André foi o bebé mais desejado do mundo. Primeiro filho, primeiro neto e primeiro sobrinho, recebeu tanto mimo que era impossível não ficar estragado. Logo na maternidade, as prendas foram tantas que já não cabiam no quarto. E o miúdo era bem engraçado. E até dava boas noites. Começou a palrar cedo e, pelos sete meses, já sentado sem praticamente apoio, balbuciava intensamente, emitindo uma grande variedade de sons. Pelos onze meses de idade, começou a andar sozinho e, na festa do seu primeiro aniversário, fez as delícias dos familiares ao exibir umas quantas gracinhas. Era esperto e aprendia tudo o que lhe ensinavam. Mas não dizia uma única palavra com sentido. 

O pediatra sossegou os pais: muitos miúdos só falam mais tarde, pelo que se teria de dar tempo ao tempo... Aos dezoito meses de idade, já corria de forma escorreita, ainda não dizia uma única palavra, embora percebesse tudo. Parecia um mudo. O pediatra do André reafirmou que, na sua experiência, muitas crianças, sobretudo rapazolas, podem falar mais tarde. Mas, quando fez dois anos, as coisas não melhoraram. O pediatra recomendou, então, uma consulta com um pediatra do neurodesenvolvimento, o qual viria a formular um diagnóstico pouco conhecido: Emergência Tardia da Linguagem. 

17 março, 2012

Dislexia e diferenças na atividade cerebral



As crianças que estão sob risco de desenvolver dislexia apresentam diferenças na atividade cerebral, captadas por imagens de ressonância magnética, mesmo antes de começarem a aprender a ler, revela um estudo publicado nos Proceedings of the National Academy of Sciences e citado pelo site Alert. O desenvolvimento da dislexia, nos casos em que não é causada por trauma cerebral, afeta entre cinco a dezassete por cento das crianças; uma em cada duas crianças com história familiar de dislexia tenderá a ter problemas com leitura, em soletrar, uma baixa capacidade de descodificação e dificuldade em conhecer palavras fluentemente. Adicionalmente, devido aos problemas em reconhecer e manipular estruturas de som subjacentes às palavras (processamento fonológico), as crianças com dislexia tem dificuldade em associar os sons orais à linguagem escrita.

11 março, 2012

Respostas que surpreendem


Na catequese o meu rapaz deu esta resposta...

- Qual é o melhor presente que podemos dar a alguém?
- O Amor

Este J. surpreende-me todos os dias
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