25 setembro, 2012

Trabalhar no último mês de gravidez influencia peso do bebé


Investigadores concluíram que as mães que trabalham até ao fim do tempo têm bebés com peso mais baixo

Um estudo realizado por três economistas da Universidade de Essex, em Inglaterra, indica que trabalhar no último mês de gravidez afeta o desenvolvimento do bebé, de uma forma semelhante ao tabaco, o que faz com que este nasça com menos peso.
As conclusões indicam que as mulheres que pararam de trabalhar entre os seis e os oito meses de gravidez tiveram bebés, em média, 230 gramas mais pesados do que as que trabalharam para lá do oitavo mês.
Segundo o jornal britânico The Guardian, os economistas analisaram dados de três estudos que tiveram por base 31 mil mulheres do Reino Unido e dos EUA. Os dados das mulheres do Reino Unido foram recolhidos entre 1991 e 2001 e os das mulheres nos Estados Unidos dizem respeito a nascimentos entre o início da década de 70 e 1995.

Fonte: IOL Mãe

21 setembro, 2012

Mães demoram 409 dias para recuperar antiga forma


Segundo uma pesquisa recente realizada no Reino Unido, as mulheres levam 409 dias - mais especificamente um ano, um mês e uma semana - para perder o peso que ganharam durante os nove meses de gravidez. Aliás, segundo os especialistas, esse também é o tempo que normalmente as recém-mamãs demoram para retomarem em pleno a sua vida sexual.
O estudo incluiu mil mães britânicas de todas as idades que revelaram ter demorado mais tempo do que esperavam para se sentirem atraentes novamente. Sentirem-se constantemente cansada e não terem tempo para cuidarem de si próprias foram alguns dos motivos alegados por essas mães para justificar a baixo autoestima após o parto.
É preciso não esquecer, no entanto, que o índice de massa corporal vai influenciar diretamente no tempo necessário para voltar à sua antiga forma. Se a mulher com peso a mais antes de engravidar engorda mais do que o indicado, certamente também vai demorar mais tempo a recuperar a forma, do que uma mulher que estava com peso normal.

Fonte: IOL Mãe

07 junho, 2012

Irmãos mais velhos influenciam tanto como os pais


É com os irmãos que as crianças aprendem coisas tão importantes, como ser mais popular na escola e fazer amigos.

Na educação que dão aos filhos, é habitual os pais tentarem transmitir bons exemplos para que estes, quando adultos, sejam educados, respeitadores e sobretudo felizes. As influências fora da família e o ambiente escolar também preocupam os pais, mas um estudo recente veio confirmar que a influência dos irmãos mais velhos é tão importante quanto a dos país.
Segundo investigadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, o facto de conviverem nos mesmos ambientes, faz com que os irmãos se influenciem uns aos outros. Embora os pais transmitam valores e educação, é com os irmãos que as crianças aprendem coisas tão importantes, como ser mais popular na escola e fazer amigos.
A idade também é uma característica relevante no que diz respeito às interferências dos irmãos. O problema é que as influências podem ser boas ou más. E mesmo quando os irmãos se dão mal, o facto de viverem no mesmo ambiente faz com que se influenciem mutuamente.
No caso dos filhos únicos, como não têm este tipo de relacionamento, é fundamental que os pais procurem oferecer às crianças uma vida rica em relações humanas e incentivem as amizades dentro e fora da família.

Fonte: IOL Mãe

31 maio, 2012

Crianças vão ter pequeno-almoço gratuito na escola


O Governo anunciou um programa de distribuição gratuita de pequenos-almoços às crianças das escolas do ensino básico. Por enquanto, esta medida será uma experiência piloto, que vai abranger somente 80 instituições escolares, mas o objetivo é estendê-la a todo o país no próximo ano letivo.

Por forma a executar esta iniciativa, o Ministério da Educação chegou a acordo com "as maiores empresas do ramo alimentar" e com a Associação Nacional de Municípios Portugueses, que será responsável pelo transporte dos alimentos das superfícies comerciais para as escolas, explicou o secretário Estado do Ensino e Administração Escolar, José Casanova de Almeida.

Segundo explicou o governante, o universo de alunos do ensino básico que serão ajudados foi estimado através de um "levantamento feito pelos diretores de turma do 5º ao 9º ano e pelos professores titulares no primeiro ciclo", a quem foi pedido que identificassem "alunos que iniciam a manhã sem tomar o pequeno-almoço".

O ministro da Educação, Nuno Crato, salientou que este é um projeto que envolve a contribuição das empresas e a mobilização da sociedade civil. O propósito, esclareceu, é "responder a necessidades das escolas e [permitir] que os alunos tenham as melhores condições de estudo, incluindo a alimentação".

Fonte: Pais&Filhos
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